Pages

terça-feira, 22 de novembro de 2011

II SIMPÓSIO MUNICIPAL DAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DA EDUCAÇÃO


PROGRAMA DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL – PROINFO / Parnamirim

II Simpósio Municipal das Tecnologias
da Informação e Comunicação  na Educação

ii sim-tics
educa 2011


TECNOLOGIA E INCLUSÃO: A EDUCAÇÃO PARA UM MUNDO SEM FRONTEIRAS.


Data: 08, 09 e 10 de dezembro de 2011
Local : Escola Municipal Augusto Severo  ­-  Parnamirim/ RN
Período de inscrição: 01 a 27 de novembro de 2011 pelo e-mail: simticparnamirim@gmail.com
Equipe Proinfo Parnamirim: Fone 3272-1705

INSCRIÇÕES: GRATUITAS


DIÁLOGOS CRIATIVOS: QUE PAÍS É ESSE? UMA PANORÂMICA DO ROCK BRASILEIRO


SERVIÇO:
QUANDO: 23/11 (quarta-feira)
ONDE: Auditório da Livraria Siciliano - Midway Mall - Natal - RN
A QUE HORAS: 19:30
QUANTO: grátis

domingo, 20 de novembro de 2011

TELENOVELA, POESIA E EDUCAÇÃO FORAM OS TEMAS DA ÚLTIMA NOITE DO FLIPIPA


A última noite do FLIPIPA - Festival de Literatura da Pipa, que aconteceu no sábado (19) foi a mais extensa, com quatro mesas. 

Na primeira, o tema foi telenovela e literatura. A convidada para falar sobre o assunto foi a escritora, roteirista, bacharel em Letras e mestre em Literatura pela USP, Thelma Guedes, que juntamente com Duca Rachid escreveu a telenovela Cordel Encantado, sucesso recente da Rede Globo.  
THELMA GUEDES, MÁRCIA VELTRINI E HEVERTON DE FREITAS



THELMA GUEDES

Para conversar com Thelma estavam presentes, a psicóloga clínica, especialista em Psicologia Analítica (Junguiana), Márcia C. Veltrini e o jornalista Heverton de Freitas.

A autora de Cordel Encantado, falou de todo o processo de criação da novela, desde a sinopse até a exibição na telinha, passando pela escolha de músicas e figurinos e atores. Ainda fez questão de desmentir as tão propaladas imposições a que a Rede Globo submete seus contratados, não os deixando trabalhar à vontade.

CARLITO AZEVEDO E ANA DE SANTANA

CARLITO AZEVEDO

A poesia foi o tema central das duas mesas subsequentes. A primeira mesa “Poesia: modo de sentir” trouxe ao palco do Flipipa o poeta, crítico, tradutor e editor carioca, Carlito Azevedo, que na companhia da poeta Ana de Santana, mestra e doutora da UFRN, professora e pesquisadora do IFESP e UNP discutiram a respeito da poesia do convidado. Carlito, além de falar sobre seu trabalho, também recitou alguns de seus poemas de maneira bastante peculiar, num ritmo célere, que o deixava quase sem fôlego ao final de cada récita.

EUCANAÃ FERRAZ E JOÃO BATISTA DE MORAIS NETO 
EUCANAÃ FERRAZ
Na segunda mesa o bate-papo foi entre o poeta e professor da UFRJ, Eucanaã Ferraz e o também, poeta e professor do IFRN e UFRN, João Batista de Morais Neto, conhecido como João da Rua. Ferraz, muito tranquilo e bastante extrovertido tomou conta da cena. Expôs seu trabalho brilhantemente, recitou alguns de seus poemas e ainda, chamou a atenção para o trabalho da escritora polonesa Wisława Szymborska, a quem teceu grandes elogios.

RUBENS FIGUEIREDO E CARLOS FIALHO
RUBENS FIGUEIREDO
Os trabalhos na Tenda dos Autores, não poderiam ter sido encerrados tão maravilhosamente. O convidado foi o vencedor do Prêmio São Paulo de Literatura 2011, com a obra “Passageiro do Fim do Dia”, o professor de português, tradutor e escritor Rubens Figueiredo, que foi “entrevistado” pelo escritor Carlos Fialho. Apesar da timidez, Rubens respondeu às perguntas do seu interlocutor de maneira inteligente e objetiva. O que chamou atenção em Rubens foi o amor à sua outra profissão, professor. Nos dias de hoje em que poucos querem exercer tal profissão e muitos que a exercem fazem questão de escondê-la. 

EURÍDICE E RUBENS FIGUEIREDO

Na tenda dos autógrafos, em conversa com Eurídice, relatou: “Vou ser professor até ficar bem velhinho, não vou deixar nunca.”


DÁCIO GALVÃO
Enfim, acabou mais um FLIPIPA, foi excelente, Dácio Galvão e seus colaboradores estão de parabéns. O Festival está consolidado, já faz parte do calendário dos grandes eventos do Estado, agora só resta esperar até o próximo ano.

FOTOS: VALDECI DE OLIVEIRA

sábado, 19 de novembro de 2011

O MODERNISMO MARCA A SEGUNDA NOITE DO FLIPIPA


A segunda noite do FLIPIPA, na sexta-feira, 18 de novembro teve como fio condutor o Modernismo.

MARCOS SILVA, EDNA MARIA E DIÓGENES DA CUNHA
Na primeira mesa denominada “Conversa epistolar entre Mário de Andrade e Câmara Cascudo”, o historiador Marcos Silva, potiguar radicado em São Paulo e o poeta , escritor e presidente da Academia Norte-Riograndense de Letras, Diógenes da Cunha Lima conversaram sobre a troca de correspondência entre Câmara Cascudo e Mário de Andrade, tema do livro do escritor e estudioso da obra andradina, Marcos Antônio de Moraes intitulado Câmara Cascudo e Mário de Andrade: Cartas, 1924-1944 (Global). A mesa foi mediada pela professora Edna Maria Rangel de Sá, mestra em Literatura Comparada e doutora em Educação, que estuda há 12 anos as correspondências entre estes dois grandes estudiosos da cultura brasileira.

Foi um bate-papo gostoso no qual destacaram-se algumas passagens da vida de Câmara Cascudo narrada por Diógenes da Cunha Lima, com quem conviveu durante longo período.

DAVID ARRIGUCCI JR E DÁCIO GALVÃO
 Na mesa seguinte tivemos a conferência do crítico, escritor, ensaísta, tradutor e professor aposentado de teoria literária David Arrigucci Jr com o tema, “o Modernismo, Manuel Bandeira e outros”. A apresentação ficou a cargo do poeta e curador do Festival Literário da Pipa, Dácio Galvão.

FERNANDO MORAIS E CASSIANO ARRUDA CÂMARA
 A segunda noite do Festival foi encerrada pelo jornalista e biógrafo, Fernando Morais, autor de vários livros de sucesso, entre eles, A Ilha, Chatô, o rei do Brasil, Olga, Toca dos Leões, O Mago (biografia de Paulo Coelho). O escritor também fez o lançamento do seu mais recente trabalho “Os últimos soldados da guerra fria”, que conta a história de agentes secretos infiltrados por Cuba em organizações de extrema direita nos Estados Unidos.

Para debater com Morais, foi convidado o jornalista e fundador do “Novo Jornal”, Cassiano Arruda Câmara, que durante 30 anos foi titular da coluna Roda Viva no Diário de Natal e diretor do Tribuna do Norte nos anos 1960.

O debate foi bastante “animado”, não se atendo somente ao tema proposto “Literatura e reportagem: os últimos soldados da guerra fria” foram discutidos outros assuntos como, a linha editorial da revista Veja, hoje; o relacionamento do escritor com Hugo Chaves e Fidel.

FERNANDO MORAIS AUTOGRAFANDO SEUS LIVROS


FOTOS: VALDECI DE OLIVEIRA